terça-feira, 17 de março de 2015


O Presidente da República, Cavaco Silva, tem 36 assessores. O valor pago a cada assessor, ao contrário do que acontece com o Governo, não está publicado online.
De acordo com o site da Presidência da República, Cavaco Silva tem 36 assessores. As áreas são as mais diversas, mas a que mais chama à atenção é o Gabinete do Conjugue, que tem 1 assessora.
Além do gabinete já citado, existe ainda um consultor para os “Assuntos da Saúde” e uma consultora para os “Assuntos da Politica da saúde”.
Sobre todos estes assessores, nada se sabe em termos da sua remuneração, pois, ao contrário do que é publicado no Site do Governo, no site da Casa Cívil não se fala de números.

CONSULTAR OS NOMES NO SITE DA CASA CÍVIL


07.01-Cavaco

EQUIPA DE CAVACO CENSURA JORNALISTAS

No dia 10 de Junho do ano passado, a equipa de segurança de Cavaco Silva obrigou um jornalista a “apagar” uma foto de trabalho.
Na altura, o jornalista Amadeu Araújo contava ao Tugaleaks que “vim a saber depois que tinha sido activado um inibidor de telemóvel” embora não tivesse sido afectado e que “há indicação, ouvida, de camaradas de profissão, que me dizem que tiveram que apagar algumas fotografias”.

O ASSUNTO TABU

Cavaco Silva evita falar de Ricardo Salgado. Diz que não falou sobre o BES, mas falou. “Eu já reparei que alguns dos senhores [jornalistas] e alguns políticos disseram e escreveram que o Presidente da República fez alguma declaração sobre o BES. É mentira. É mentira. Alguns invocam uma declaração que eu fiz na Coreia. Na Coreia em fiz três declarações sobre o Banco de Portugal e mais nada”, dizia Cavaco Silva à comunicação social na altura.
No entanto, a mesma citação directa de Cavaco Silva disse que “o Banco de Portugal tem sido peremtório e categórico a afirmar que os portugueses podem confiar no Banco Espírito Santo dado que as folgas de capital são mais que suficientes para cumprir a exposição que o banco tem à parte não financeira, mesmo na situação mais adversa”

domingo, 15 de março de 2015

L

1. Luís Duque

Advogado e militante do CDS-PP, desde cedo assumiu cargos políticas, tendo-se tornado conhecido do grande público pela sua passagem pela Sporting SAD onde foi Presidente do Conselho de Administração e mais tarde Administrador.
O seu nome surge no caso dos financiamentos fictícios do BPN, assim como em várias ilegalidades ou má gestão detectadas pelo Tribunal de Contas na Câmara Municipal de Sintra. Em 2012 foi condenado por fraude fiscal no caso João Pinto, tenho lhe sido atribuída uma pena de prisão suspensa e uma multa de aproximadamente 170 mil euros.

2. Dados Biográficos


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Nome Completo:
Luís José Vieira Duque

Data de nascimento:
19 de Outubro de 1957

Lugar de nascimento:
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2.1. Habilitações

Ano
Escola
Observações

1981
Universidade Clássica de Lisboa
Licenciatura em Direito

2.2. Experiência/Percurso Profissional

Início
Fim
Local
Função

1982
1982
Adjunto do Secretário Estado da Justiça

1983
1989
Câmara Municipal de Lisboa
Adjunto do Presidente

1990
1993
PI - Grupo IPG
Administrador

1994
1997
Sociedade de Renovação Urbana do Campo Pequeno
Administrador

1997
1999
PLAM - Grupo Cintra
Administrador

1999
2001
Sporting - Sociedade Desportiva de Futebol, SAD
Presidente do Conselho de Administração

2002
2005
Assembleia República
Deputado

2003
Presente
Câmara Municipal de Sintra
Vereador

????
????
Sociedade de Advogados Seabra, Gonçalves Ferreira, Cunha e Associados
Advogado

2011
2012
Sporting - Sociedade Desportiva de Futebol, SAD
Administrador

2.3. Funções na Câmara Municipal de Sintra

Enquanto Vereador da Câmara Municipal de Sintra assumiu as seguintes funções:
  • Pelouro das obras municipais
  • Pelouro das finanças
  • Pelouro do património
  • Pelouro da requalificação e valorização urbana
  • Presidente dos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento (SMAS) de Sintra
  • Presidente da HPEM (empresa municipal de higiene pública)
  • Presidente da Empresa Pública Municipal de Estacionamento de Sintra (EPMES)
  • Presidente da Empresa Municipal de Estacionamento de Sintra (EMES), antiga EPMES

2.4. Fontes

3. Outras Referências

3.1. Caso da adjudicação do Centro Comunitário em Serra das Minas

Em 2008, uma auditoria do Tribunal de Contas à construção de um centro comunitário em Serra das Minas, no Conselho de Sintra, apurou irregularidades nos trabalhos adicionais.
A obra adjudicada em 2005 à empresa Construtora San José S.A. num valor inicial de cerca de 2 M€, teve dois adicionais num total a rondar os 500 mil euros. A auditoria concluiu que:
  • Estes adicionais não são legalmente qualificáveis como trabalhos a mais, por não decorrerem de circunstâncias imprevistas.
  • Devido ao ser valor, a adjudicação deveria ter sido precedida de concurso público ou limitado com publicação de anúncio.
  • Os responsáveis pela adjudicação tinham responsabilidade financeira sancionatória.
Luís Duque foi identificado como um dos responsáveis, que ainda incluía:
  • João Eduardo Pessoa Lopes Lacerda Tavares
  • José Lino Fonseca Ramos
  • Rui José da Costa Pereira
  • José Manuel da Costa Baptista Alves
O caso passou para o Ministério Público que julgou os responsáveis e os considerou culpados de despesa pública ilegal, causadora de um presumível dano financeiro ao ente público, concluindo que não actuaram com o cuidado e a diligência que aquelas situações requeriam e de que todos eram capazes.
No seguimento desta decisão, o Ministério Público propôs multar todos os responsáveis, tendo cabido a Luís Duque duas multas no total de 3.840 €
Em 2012, o Tribunal de Contas emitiu a Sentença nº 4/2012, onde analisava a pedido do Magistrado do Ministério Público e a respectiva contestação pelos responsáveis identificados.
Nesta sentença, é confirmada a ilicitude dos factos mas ao mesmo tempo é excluída a culpa, aparentemente pela conduta dos visados não merecer censura. Deste modo, o Tribunal de Contas decidiu absolver os responsáveis identificados das infracções que lhes eram imputadas.

3.2. Caso da privatização da Empresa Municipal de Estacionamento de Sintra (EMES)

Em 2009, uma auditoria do Tribunal de Contas à EMES concluiu vários pontos envolvendo Luís Duque que para além de Vereador, presidia a esta empresa municipal. Eis os pontos que o Tribunal concluiu:
  1. Protocolo de exploração de estacionamentos à Gisparques
    • Este protocolo, assinado em 2007, atribuía à Gisparques a exploração do estacionamento envolvente da estação de comboio de Sintra, com uma remuneração equivalente a 36% das receitas de estacionamento. Acontece que a Gisparques deteve uma concessão da exploração do estacionamento público da Vila de Sintra durante 10 anos, que acabou em 2006 e que este protocolo assumia efeitos retroactivos até à data do fim desta concessão.
      O Tribunal ainda colocou em causa o valor remuneratório de 36% por não haver qualquer cálculo nem especificação do número de lugares de estacionamento abrangidos.
  2. Alienação de capital da EMES à Gisparques
    • A venda em 2008 de 30% da empresa à Gisparques foi considerada ilegal e violadora as regras da concorrência.
      Para além de não ter sido feito qualquer estudo de viabilidade da empresa, a alienação de capital foi feita directamente à Gisparques sem qualquer procedimento concorrencial. O Tribunal ainda indica que tal decisão deveria ter sido votada na Assembleia Municipal.
  3. Contrato com a Gisparques para prestação de serviços e assessoria técnica
    • Em 2008, a EMES contratualiza com a Gisparques uma prestação de serviços e assessoria técnica, com uma duração inicial de 10 anos, renovável automaticamente por períodos de 5 anos. Na prática, a Gisparques ficava com a gestão nuclear do estacionamento municipal, auferindo uma remuneração mensal de 42% das receitas de estacionamento.
      Mais uma vez o Tribunal aponta a inexistência de cálculos ou fundamento para o valor da remuneração, acusando a EMES e a autarquia de não terem acautelado os interesses públicos, reduzindo o papel da EMES a um papel instrumental.
Em 2010, o Tribunal publica a continuação do processo de auditoria à EMES que contém as respostas dos responsáveis camarários, entre eles Luís Duque e do então presidente da autarquia Fernando Seara.
Tanto quanto conseguimos apurar, o caso continua em aberto.
    • Data: 2009.08.25
    • Fonte: I-Online
    • Autor: Agência Lusa

    • Entre Maio de 2007 e Fevereiro de 2008, “precedendo autorização do município, a EPMES foi alvo de um processo de transformação pelo qual foram alterados os seus estatutos, designação (EMES) e a composição do capital, o qual passou a ser titulado por acções nominativas, tendo sido alienada uma percentagem de 30 por cento a favor da Gisparques, empresa que até 2006 foi concessionária da exploração do estacionamento público pago à superfície e de um parque de estacionamento na vila de Sintra”.
      Contactado pela agência Lusa, o presidente do conselho de administração da EMES, o vereador Luís Duque, referiu que esta “é uma questão jurídica a qual os advogados já estão a tratar”.
      “Estas questões foram colocadas por nós ao Tribunal de Contas. Agora vamos responder sobre o contrato e a cedência de quotas e os esclarecimentos que vamos dar são os suficientes”, disse, acrescentando que no contrato com a Gisparques foi inserida uma cláusula, na qual, “para prevenir qualquer situação, se não estiver tudo bem o contrato vai ao ar”.
    • Data: 2009.08.26
    • Fonte: DN
    • Autor: Luís Galrão,

    • Uma auditoria do Tribunal de Contas (TC) à Empresa Municipal de Estacionamento de Sintra (EMES) conclui que a privatização de 30 por cento da empresa foi "ilegal" e "viola as regras da concorrência". Na versão enviada à câmara para o exercício de contraditório, os auditores consideram que as ilegalidades detectadas "poderão consubstanciar eventual responsabilização financeira, a título sancionatório" dos membros do conselho de administração da EPMES", dos membros da câmara e da Assembleia Municipal que tomaram as decisões.

3.3. Caso da Casa da Cultura em Mira Sintra

Em 2010, uma auditoria do Tribunal de Contas às obras da Casa da Cultura em Mira Sintra, conselho de Sintra, apurou irregularidades nos trabalhos adicionais.
A obra adjudicada em 2005 ao consórcio constituído pelas empresas AERMIGESTE - Sociedade de Construções Lda. e APM - IT António Palmira Martins Instalações Técnicas Lda., pelo valor aproximado de 1,3 M€ teve um adicional de cerca de 307 mil euros.
A auditoria concluiu que:
  • Este adicional não é legalmente qualificáveis como trabalho a mais, por não decorrer de circunstâncias imprevistas.
  • Devido ao ser valor, a adjudicação deveria ter sido precedida de concurso público ou limitado com publicação de anúncio.
  • Os responsáveis incorrem a uma eventual condenação por responsabilidade financeira, o que implica o pagamento de multa num montante a fixar pelo Tribunal.
Luís Duque foi identificado como um dos responsáveis da deliberação camarária que aprovou o adicional, que ainda incluía:
  • Marco Paulo Caldeira de Almeida
  • Luís Manuel Pires Patrício
  • José Lino Fonseca Ramos
  • João Eduardo Pessoa Lopes de Lacerda Tavares
  • João Barroso Soares
  • Domingos Linhares Quintas
  • Rui José da Costa Pereira
  • Eduardo Jorge Glória Quinta Nova.
Tanto quanto conseguimos apurar, o caso continua em aberto.

3.4. Caso dos financiamentos fictícios do BPN

Em 2010, no denominado caso dos financiamentos fictícios do BPN, Luís Duque é acusado de ter obtido créditos bancários de valor superior a 80 milhões de euros, por meio de garantias fictícias.
    • Data: 2010.11.12
    • Fonte: Público
    • Autor: António Arnaldo Mesquita

    • Luís Duque, vereador da Câmara Municipal de Sintra, está proibido de se ausentarpara o estrangeiro e de contactar com os demais arguidos do inquérito que está aapurar responsabilidades no caso de uma fraude bancária e fiscal, que ascende acem milhões de euros. Indiciado por um crime de corrupção, o ex-presidente daSporting, SAD esteve hoje a interrogado durante cerca de cinco horas.

3.5. Caso João Pinto

Luís Duque foi condenado em 2012, pelo Tribunal Criminal de Lisboa, de fraude fiscal no âmbito da transferência do jogador de futebol João Pinto para o Sporting Clube de Portugal. A sua pena consistiu em dois anos de prisão com suspensão por quatro anos e três meses, e uma multa de 169.629 €.
    • Data: 2012.09.10
    • Fonte: Expresso
    • Autor: Redacção

    • João Vieira Pinto, Luís Duque, José Veiga e Rui Meireles foram condenados porfraude fiscal, no âmbito da transferência do ex-jogador para o Sporting . O Tribunal Criminal de Lisboa condenou hoje o ex-futebolista João Vieira Pinto, o empresário José Veiga, o administrador da Sporting SAD Luís Duque e o antigo dirigente do clube Rui Meireles pela autoria de um crime de fraude fiscal...
      Todos os arguidos receberam penas suspensas e cada um foi igualmente condenado ao pagamento de uma multa de 169.629 euros.
      Luís Duque e Rui Meireles, antigo responsável pelo departamento financeiro do clube "leonino", foram condenados a dois anos de prisão por evasão fiscal, com suspensão por quatro anos e três meses.

4. Ficheiros anexados a esta página


terça-feira, 3 de março de 2015

Reis, Rainhas e Presidentes de Portugal

D. Pedro IV


D. Pedro IV

Segundo filho varão de D. João VI e de D. Carlota Joaquina, a morte de seu irmão primogénito, D. António, encaminhou-o para a herança da coroa de Portugal. 
A sua infância decorreria em ambiente carregado, entre o instável ambiente familiar e os acontecimentos sociais e políticos, desde os ecos da Revolução Francesa, às ameaças napoleónicas, culminando pela fuga da corte para o Brasil perante as invasões francesas (1807). Contava então 9 anos de idade e a sua educação decorreu à rédea solta, sem estudos sistemáticos. Sofria de epilepsia, elemento de grande importância a considerar na compreensão da sua personalidade. Educado sem «luzes excessivas», os anos depressa lhe atribuem funções cada vez mais elevadas. 
No Brasil casou com a arquiduquesa Leopoldina de Áustria, de quem teve dois filhos: D. Maria da Glória (1819) e D. Pedro (1825). A partir da revolução liberal portuguesa de 1820, os acontecimentos, quer no Brasil quer em Portugal, atropelam-se em ritmo acelerante para o feitio de D. João VI; por intimativas de Lisboa, nomeia regente do Brasil seu filho D. Pedro (devido à agitação popular no Rio, Pará e na Baía, de inspiração liberal) e volta a Portugal. Aqui, as Cortes Gerais, preocupadas com os acontecimentos brasileiros e a ascendência a reino da antiga colónia, pensam mandar o infante D. Pedro em viagem pela Europa. Mas antes que o regente do Brasil tomasse conhecimento, escreve ele a seu pai acerca das ideias de independência que alastravam no Brasil, e das quais D. Pedro viria a ser uma pedra fundamental: com efeito, a independência cobrir-se-ia com D. Pedro que, a dada altura, se teria convencido que em vez de movido, era o motor dos acontecimentos. 
Em 7 de Setembro de 1822, o regente proclamava formalmente a independência brasileira, junto ao lpiranga (estado de São Paulo), sendo, mais tarde, proclamado imperador do Brasil. Quando em 1826, D. João VI morre imprevistamente, e se abre o problema da sucessão, o imperador brasileiro passa a ser uma das personagens fundamentais do drama nacional, que principiou a desenrolar-se e que termina em 1834 com a vitória dos liberais. D. Pedro foi proclamado rei de Portugal, conforme as determinações paternais. No decurso do seu breve e longínquo reinado, confirma D. Isabel Maria na regência, e outorga aos seus súbditos uma Carta Constitucional e abdica, condicionalmente, em sua filha D. Maria da Glória, com a condição do casamento desta com seu tio D. Miguel, ausente em Viena de Áustria, e que devia jurar a Carta. Após a doação da Carta os acontecimentos precipitaram-se: em Portugal, D. Miguel começa a governar como rei absoluto (1827), os liberais expatriados, presos ou a espernearem nas forcas; no Brasil, o choque, cada vez mais patente entre os sopros dos ventos liberais, e o autoritarismo do imperador, arrasta-o à gradual perda de prestígio e à dramática abdicação em seu filho D. Pedro II (7-4-1831). 
Tendo abdicado duas coroas, o ex-imperador do Brasil e ex-rei de Portugal, reduzido ao título de duque de Bragança, abandona o Brasil e dirige-se para a Europa com a filha D. Maria II, rainha de nome, por cujo trono se batiam os liberais portugueses espalhados pela Europa, ou reunidos na ilha Terceira. O duque de Bragança decide empenhar-se pessoalmente na solução do pleito e a 3 de Março de 1832 assume a regência e nomeia um ministério do qual faz parte Mouzinho da Silveira. Data de então a fase decisiva da luta entre liberais e absolutistas, caracterizada, fundamentalmente, pela revolucionária legislação de Mouzinho e pelo entusiasmo e abnegação de D. Pedro, na preparação da expedição militar que, dos Açores, chegará às costas portuguesas (no Norte, próximo de Mindelo), para sentar no trono a jovem soberana e impor a Carta. E nos longos meses do cerco do Porto que o regente, não obstante os defeitos de carácter e de educação, dá a plena medida da pertinácia e dedicação pela causa que encabeçava. A convenção de Évora Monte põe fim a esta cruel guerra civil, e exila o rei absoluto. Pouco mais viveria D. Pedro: só o tempo suficiente para ver as Cortes reunidas de acordo com a carta, tendo falecido 4 dias após o começo do reinado de D. Maria II; apenas com 36 anos. Apaixonado, incoerente e corajoso, o nome e a actuação de D. Pedro são indissociáveis da experiência liberal portuguesa, que assinala o início do Portugal contemporâneo: mal ou bem, melhor ou pior, o possível Portugal contemporâneo e europeu principiou aí.

Ficha genealógica:
D. Pedro IV nasceu no Palácio de Queluz a 12 de Outubro de 1798, recebendo o nome de Pedro de Alcântara Francisco António João Carlos Xavier de Paula Miguel Rafael Joaquim José Gonzaga Pascoal Serafim de Bragança e Bourbon, tendo falecido no mesmo palácio, a 24 de Setembro de 1834, foi sepultado no Panteão de S. Vicente de Fora, sendo transladado para o Brasil em 1972.
Foi o 1.º imperador do Brasil, de 1822 a 1831, abdicando do trono para vir à Europa defender os direitos de sua filha D. Maria da Glória ao trono português.  Guardou então para si o título de duque de Bragança.
Casou em 1817 com D. Maria Leopoldina Josefa Carolina, que nasceu a 22 de Janeiro de 1797, e faleceu no Rio de Janeiro, a 11 de Dezembro de 1826, filha de Francisco I e de D. Maria Teresa, últimos imperadores do Sacro Império Romano Germânico , e primeiros da Áustria.
Do casamento nasceram:
1. D. Maria da Glória, que sucedeu no trono;
2. D. Miguel. Nasceu e faleceu no Rio de Janeiro, a 24 de Abril de 1820;
3. D. João Carlos. Nasceu no Rio de Janeiro a 6 de Março de 1821, e faleceu na mesma cidade a 4 de Fevereiro de 1822;
4. D. Januária Maria. Nasceu no Rio de Janeiro, a 11 de Março de 1822, e faleceu em Nice, França, em 13 de Março de 1901. Casou em 1844 com Luís Carlos Maria José de Bourbon, nascido em Nápoles, a 19 de Julho de 1824, e morreu em Paris, a 5 de Março de 1897, filho de Francisco I, rei das Duas Sicílias;
5. D. Paula Mariana. Nasceu no Rio de Janeiro, a 17 de Fevereiro de 1823, e faleceu na mesma cidade, em 16 de Janeiro de 1833;
6. D. Francisca Carolina. Nasceu a 2 de Agosto de 1824, no Rio de Janeiro, e morreu em Paris, a 27 de Março de 1898. Casou em 1843 com Francisco Armando Filipe Luís Maria de Orléans (1818-1900), filho de Luís Filipe e de D. Maria Amélia, reis dos Franceses, e príncipe de Joinville e duque de Pentièvre;
7. D. Pedro. Nasceu no paço de São Cristóvão do Rio de Janeiro, a 2 de Dezembro de 1825, tendo recebido o nome de Pedro de Alcântara João Carlos Leopoldo Salvador Bebiano Francisco Xavier de Paula Leocádio Miguel Rafael Gonzaga, tendo falecido em Paris a 5 de Dezembro de 1891. Foi sepultado no Panteão de S. Vicente de Fora, tendo sido transladado para o Brasil, estando sepultado na catedral de Petrópolis.
Ascendeu ao trono do Brasil, por abdicação de seu pai, em 7 de Abril de 1831. Casou em 1843 com D. Teresa Cristina de Bourbon, nascida em Nápoles no dia 14 de Março de 1822, tendo falecido no Porto em 28 de Dezembro de 1889, filha de Francisco I, rei das Duas Sicílias, e de D. Maria Isabel de Bourbon, com geração.
D. Pedro IV casou em segundas núpcias, em 1829, com D. Amélia de Beauharnais, nascida em Milão em 31 de Julho de 1812, e falecida em Lisboa, no Palácio das Janelas Verdes, em 26 de Janeiro de 1873, filha de Eugénio de Beauharnais, então vice-rei de Itália, filho do primeiro casamento de Josefina, Imperatriz dos Franceses, e da princesa Augusta Amélia, filha de Maximiano José I, rei da Baviera.
Do casamento nasceram:
8. D. Maria Amélia. nasceu em paris, a 1 de Dezembro de 1831, e morreu no Funchal, a 4 de Fevereiro de 1853, sendo sepultada na quinta do Lambert e mais tarde transladada para o Panteão de S. Vicente de Fora. Morreu solteira;
9. Vários filhos de outras ligações.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015


An emaciated 18-year-old Russian girl looks into the camera lens during the liberation of Dachau concentration camp in 1945. Dachau was the first German concentration camp, opened in 1933. More than 200,000 people were detained between 1933 and 1945, and 31,591 deaths were declared, most from disease, malnutrition and suicide. Unlike Auschwitz, Dachau was not explicitly an extermination camp, but conditions were so horrific that hundreds died every week



One of the most horrific terms in history was used by Nazi Germany to designate human beings whose lives were unimportant, or those who should be killed outright: Lebensunwertes Leben, or "life unworthy of life". The phrase was applied to the mentally impaired and later to the "racially inferior," or "sexually deviant," as well as to "enemies of the state" both internal and external. From very early in the war, part of Nazi policy was to murder civilians en masse, especially targeting Jews. Later in the war, this policy grew into Hitler's "final solution", the complete extermination of the Jews. It began with Einsatzgruppen death squads in the East, which killed some 1,000,000 people in numerous massacres, and continued in concentration camps where prisoners were actively denied proper food and health care. It culminated in the construction of extermination camps -- government facilities whose entire purpose was the systematic murder and disposal of massive numbers of people. In 1945, as advancing Allied troops began discovering these camps, they found the results of these policies: hundreds of thousands of starving and sick prisoners locked in with thousands of dead bodies. They encountered evidence of gas chambers and high-volume crematoriums, as well as thousands of mass graves, documentation of awful medical experimentation, and much more. The Nazis killed more than 10 million people in this manner, including 6 million Jews. (This entry is Part 18 of a weekly 20-part retrospective of World War II) 

Warning: All images in this entry are shown in full, not screened out for graphic content. There are many dead bodies. The photographs are graphic and stark. This is the reality of genocide, and of an important part of World War II and human history.



  • This photo provided by Paris' Holocaust Memorial shows a German soldier shooting a Ukrainian Jew during a mass execution in Vinnytsia, Ukraine, sometime between 1941 and 1943. This image is titled "The last Jew in Vinnitsa", the text that was written on the back of the photograph, which was found in a photo album belonging to a German soldier. 
    AP Photo/USHMM/LOC
  • German soldiers question Jews after the Warsaw Ghetto Uprising in 1943. In October 1940, the Germans began to concentrate Poland's population of over 3 million Jews into overcrowded ghettos. In the largest of these, the Warsaw Ghetto, thousands of Jews died due to rampant disease and starvation, even before the Nazis began their massive deportations from the ghetto to the Treblinka extermination camp. The Warsaw Ghetto Uprising -- the first urban mass rebellion against the Nazi occupation of Europe -- took place from April 19 until May 16 1943, and began after German troops and police entered the ghetto to deport its surviving inhabitants. It ended when the poorly-armed and supplied resistance was crushed by German troops. 
    OFF/AFP/Getty Images
  • A man carries away the bodies of dead Jews in the Ghetto of Warsaw in 1943, where people died of hunger in the streets. Every morning, about 4-5 A.M., funeral carts collected a dozen or more corpses from the streets. The bodies of the dead Jews were cremated in deep pits. 
    AFP/Getty Images
  • A group of Jews, including a small boy, is escorted from the Warsaw Ghetto by German soldiers in this April 19, 1943 photo. The picture formed part of a report from SS Gen. Stroop to his Commanding Officer, and was introduced as evidence to the War Crimes trials in Nuremberg in 1945. 
    AP Photo
  • After the Warsaw Ghetto Uprising, the Ghetto was completely destroyed. Of the more than 56,000 Jews captured, about 7,000 were shot, and the remainder were deported to killing centers or concentration camps. This is a view of the remains of the ghetto, which the German SS dynamited to the ground. The Warsaw Ghetto only existed for a few years, and in that time, some 300,000 Polish Jews lost their lives there. 
    AP Photo
  • A German in a military uniform shoots at a Jewish woman after a mass execution in Mizocz, Ukraine. In October of 1942, the 1,700 people in the Mizocz ghetto fought with Ukrainian auxiliaries and German policemen who had intended to liquidate the population. About half the residents were able to flee or hide during the confusion before the uprising was finally put down. The captured survivors were taken to a ravine and shot. Photo provided by Paris' Holocaust Memorial. 
    AP Photo/USHMM
  • Jewish deportees in the Drancy transit camp near Paris, France, in 1942, on their last stop before the German concentration camps. Some 13,152 Jews (including 4,115 children) were rounded up by French police forces, taken from their homes to the "Vel d'Hiv", or winter cycling stadium in southwestern Paris, in July of 1942. They were later taken to a rail terminal at Drancy, northeast of the French capital, and then deported to the east. Only a handful ever returned. 
    AFP/Getty Images
  • Anne Frank poses in 1941 in this photo made available by Anne Frank House in Amsterdam, Netherlands. In August of 1944, Anne, her family and others who were hiding from the occupying German Security forces, were all captured and shipped off to a series of prisons and concentration camps. Anne died from typhus at age 15 in Bergen-Belsen concentration camp, but her posthumously published diary has made her a symbol of all Jews killed in World War II. 
    AP Photo/Anne Frank House/Frans Dupont
  • The arrival and processing of an entire transport of Jews from Carpatho-Ruthenia, a region annexed in 1939 to Hungary from Czechoslovakia, at Auschwitz-Birkenau extermination camp in Poland, in May of 1944. The picture was donated to Yad Vashem in 1980 by Lili Jacob. 
    AP Photo/Yad Vashem Photo Archives
  • Czeslawa Kwoka, age 14, appears in a prisoner identity photo provided by the Auschwitz Museum, taken by Wilhelm Brasse while working in the photography department at Auschwitz, the Nazi-run death camp where some 1.5 million people, most of them Jewish, died during World War II. Czeslawa was a Polish Catholic girl, from Wolka Zlojecka, Poland, who was sent to Auschwitz with her mother in December of 1942. Within three months, both were dead. Photographer (and fellow prisoner) Brasse recalled photographing Czeslawa in a 2005 documentary: "She was so young and so terrified. The girl didn't understand why she was there and she couldn't understand what was being said to her. So this woman Kapo (a prisoner overseer) took a stick and beat her about the face. This German woman was just taking out her anger on the girl. Such a beautiful young girl, so innocent. She cried but she could do nothing. Before the photograph was taken, the girl dried her tears and the blood from the cut on her lip. To tell you the truth, I felt as if I was being hit myself but I couldn't interfere. It would have been fatal for me." 
    AP Photo/Auschwitz Museum
  • A victim of Nazi medical experimentation. A victim's arm shows a deep burn from phosphorus at Ravensbrueck, Germany, in November of 1943. The photograph shows the results of a medical experiment dealing with phosphorous that was carried out by doctors at Ravensbrueck. In the experiment, a mixture of phosphorus and rubber was applied to the skin and ignited. After twenty seconds, the fire was extinguished with water. After three days, the burn was treated with Echinacin in liquid form. After two weeks the wound had healed. This photograph, taken by a camp physician, was entered as evidence during the Doctors Trial at Nuremberg. 
    U.S. Holocaust Memorial Museum, NARA
  • Jewish prisoners in Buchenwald concentration camp, after the liberation of the camp in 1945. 
    AFP/Getty Images
  • American soldiers silently inspect some of the rail trucks loaded with dead which were found on the rail siding at the Dachau concentration camp in Germany, on May 3, 1945. 
    AP Photo
  • A starved Frenchman sits among the dead in a sub-camp of the Mittelbau-Dora labor camp, in Nordhausen, Germany, in April of 1945. 
    U.S. Army/LOC
  • Bodies lie piled against the walls of a crematory room in a German concentration camp in Dachau, Germany. The bodies were found by U.S. Seventh Army troops who took the camp on May 14, 1945. 
    AP Photo
  • A U.S. soldier inspects thousands of gold wedding bands taken from Jews by the Germans and stashed in the Heilbronn Salt Mines, on May 3, 1945 in Germany. 
    AFP/NARA
  • Three U.S. soldiers look at bodies stuffed into an oven in a crematorium in April of 1945. Photo taken in an unidentified concentration camp in Germany, at time of liberation by U.S. Army. 
    U.S. Army/LOC
  • This heap of ashes and bones is the debris from one day's killing of German prisoners by 88 troopers in the Buchenwald concentration camp near Weimar in Germany, shown on April 25, 1945. 
    AP Photo/U.S. Army Signal Corps
  • Prisoners at the electric fence of Dachau concentration camp cheer American soldiers in Dachau, Germany in an undated photo. Some of them wear the striped blue and white prison garb. They decorated their huts with flags of all nations which they had made secretly as they heard the guns of the 42nd Rainbow Division getting louder and louder on the approach to Dachau. 
    AP Photo
  • General Dwight D. Eisenhower and other American officers in the Ohrdruf concentration camp, shortly after the liberation of the camp in April of 1945. As American forces approached, the guards shot the remaining prisoners. 
    U.S. Army Signal Corps/NARA
  • A dying prisoner, too weak to sit up amid his rags and filth, victim of starvation and incredible brutality, at the Nordhausen concentration camp in Germany on April 18, 1945. 
    AP Photo
  • Prisoners on a death march from Dachau move towards the south along the Noerdliche Muenchner Street in Gruenwald, Germany, on April 29, 1945. Many thousands of prisoners were marched forcibly from outlying prison camps to camps deeper inside Germany as Allied forces closed in. Thousands died along the way, anyone unable to keep up was executed on the spot. Pictured, fourth from the right, is Dimitry Gorky who was born on August 19, 1920 in Blagoslovskoe, Russia to a family of peasant farmers. During World War II Dmitry was imprisoned in Dachau for 22 months. The reason for his imprisonment is not known. Photo released by the U.S. Holocaust Memorial Museum. 
    AP Photo/USHMM, courtesy of KZ Gedenkstaette Dachau
  • American soldiers walk by row after row of corpses lying on the ground beside barracks at the Nazi concentration camp at Nordhausen, Germany, on April 17, 1945. The camp is located about 70 miles west of Leipzig. As the camp was liberated on April 12, the U.S. Army found more than 3,000 bodies, and a handful of survivors. 
    AP Photo/US Army Signal Corps
  • A dead prisoner lies in a train carriage near Dachau concentration camp in May of 1945. 
    Eric Schwab/AFP/Getty Images
  • Liberating soldiers of Lt. General George S. Patton's 3rd Army, XX Corps, are shown at Buchenwald concentration camp near Weimar, Germany, on April 11, 1945. 
    AP Photo/U.S. Army
  • General Patch's 12th Armored Division, forging their way towards the Austrian border, uncovered horrors at a German prison camp at Schwabmunchen, southwest of Munich. Over 4,000 slave laborers, all Jews of various nationalities, were housed in the prison. The internees were burned alive by guards who set fire to the crude huts in which the prisoners slept, shooting any who tried to escape. Sprawled here in the prison enclosure are the burnt bodies of some of the Jewish slave laborers uncovered by the US 7th Army at Schwabmunchen, May 1, 1945. 
    AP Photo/Jim Pringle
  • The corpse of a prisoner lies on the barbed wire fence in Leipzig-Thekla, a sub-camp of Buchenwald, near Weimar, Germany. 
    NARA
  • These dead victims of the Germans were removed from the Lambach concentration camp in Austria, on May 6, 1945, by German soldiers under orders of U.S. Army troops. As soon as all the bodies were removed from the camp, the Germans buried them. This camp originally held 18,000 people, each building housing 1,600. There were no beds or sanitary facilities whatsoever, and 40 to 50 prisoners died each day. 
    AP Photo
  • A young man sits on an overturned stool next to a burnt body in the Thekla camp outside Leipzig, in April of 1945, after the US troops entered Leipzig April 18. On the 18th of April, the workers of the Thekla plane factory were locked in an isolated building of the factory by the Germans and burned alive by incendiary bombs. About 300 prisoners died. Those who managed to escape died on the barbed wire or were executed by the Hitler youth movement, according to a US captain's report. 
    Eric Schwab/AFP/Getty Images
  • Burned bodies of political prisoners of the Germans lie strewn about the entrance to a barn at Gardelegen, Germany on April 16, 1945 where they met their death a the hands of German SS troops who set the barn on fire. The group tried to escape and was shot by the SS troops. Of the 1,100 prisoners, only 12 managed to escape. 
    AP Photo/U.S. Army Signal Corps
  • Some of the skeleton-like human remains found by men of the Third Armored Division, U.S. First Army, at the German concentration camp at Nordhausen on April 25, 1945, where hundreds of "slave laborers" of various nationalities lay dead and dying. 
    AP Photo
  • When American troops liberated prisoners in the Dachau concentration camp, Germany, in 1945, many German SS guards were killed by the prisoners who then threw their bodies into the moat surrounding the camp. 
    AP Photo
  • Lt. Col. Ed Seiller of Louisville, Kentucky, stands amid a pile of Holocaust victims as he speaks to 200 German civilians who were forced to see the grim conditions at the Landsberg concentration camp, on May 15, 1945. 
    AP Photo
  • Starved prisoners, nearly dead from hunger, pose in a concentration camp in Ebensee, Austria, on May 7, 1945. The camp was reputedly used for "scientific" experiments. 
    NARA/Newsmakers
  • A Russian survivor, liberated by the 3rd Armored Division of the U.S. First Army, identifies a former camp guard who brutally beat prisoners on April 14, 1945, at the Buchenwald concentration camp in Thuringia, Germany. 
    AP Photo
  • Dead bodies piled up in Bergen-Belsen concentration camp after the British troops liberated the camp on April 15, 1945. The British found 60,000 men, women and children dying of starvation and disease. 
    AFP/Getty Images
  • German SS troops load victims of Bergen-Belsen concentration camp into trucks for burial, in Belsen, Germany, on April 17, 1945. British guards hold rifles in the background. 
    AP Photo/British Official Photo
  • Citizens of Ludwigslust, Germany, inspect a nearby concentration camp under orders of the 82nd Airborne Division on May 6, 1945. Bodies of victims of German prison camps were found dumped in pits in yard, one pit containing 300 bodies. 
    NARA
  • A German SS guard, standing amid hundreds of corpses, hauls another body of a concentration camp victim into a mass grave in Belsen, Germany in April of 1945. 
    AP Photo
  • Piles of the dead at Bergen-Belsen concentration camp on April 30, 1945. Some 100,000 people are estimated to have died in this one camp alone. 
    AP Photo
  • A German mother shields the eyes of her son as they walk with other civilians past a row of exhumed bodies outside Suttrop, Germany. The bodies were those of 57 Russians killed by German SS troops and dumped in a mass grave before the arrival of troops from the U.S. Ninth Army. Soldiers of the 95th Infantry division were led by informers to the massive grave on May 3, 1945. Before burial, all German civilians in the vicinity were ordered to view the victims. 
    U.S. Holocaust Memorial Museum, U.S. Army Signal Corps